Durante décadas, convivemos com as lâmpadas incandescentes, que com seu devido mérito, cumpriram a missão de levar a luz elétrica a todos - até a chegada das lâmpadas fluorescentes, que são muito mais eficientes, mais econômicas, duram mais e por esses motivos são mais "amigas da natureza".
Contudo, essa tecnologia que chegou há relativamente pouco tempo também pode estar com os dias contados. Pesquisadores da Universidade de Cambridge, nos EUA, desenvolveram bulbos LED (light-emitting diode - diodos emissores de luz), que produzem luz brilhante com pouquíssima energia.
Pequena como uma moeda, a lâmpada é 12 vezes mais eficiente que os bulbos convencionais de tungstênio, e três vezes mais eficientes que as famosas "lâmpadas econômicas" fluorescentes. Se instalada em uma casa ou escritório, ela pode cortar a proporção de energia utilizada de 20% para somente 5% ao ano. Ela também 'vive' por aproximadamente 100000 horas, dez vezes mais que as fluorescentes.
Os bulbos LED não contém mercúrio, então seu descarte é muito menos danoso ao meio ambiente, e não "treme" na emissão, fator que causava muita enxaqueca em determinadas pessoas. Pesquisas ainda informam que a alteração para esse tipo de lâmpada pode reduzir as emissões de dióxido de carbono em 40 milhões de toneladas ao ano.
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Olá,
ResponderExcluirSei que estou muito atrasada, mas, como acredito que nunca é tarde para nada,vim retribuir sua visita ao www.conscienciacoletiva.com.br. por que parou de escrever? Vamos lá! Continue... voltarei aqui mais vezes esperando mais postagens.
Parabéns pelo espaço!